quarta-feira, 23 de abril de 2008

Oi... Simples?

Definitivamente, acho que estou com problemas com as empresas de um modo geral. Não bastasse o contratempo que tive com a Águia Branca, agora foi a vez da Oi.

Mas vou começar bem do começo.

Tenho um celular pré-pago e todo mês pago a recarga
na conta do fixo. Até aí tudo bem. Minha conta vence no dia sete e no dia dez os créditos já estão lá. Mas, no dia dez de Abril, meus créditos não foram disponibilizados. Esperei. Passou o evento da Águia Branca e nada dos créditos. Lá pelo dia dezoito resolvi ligar para a operadora. Que arrependimento!

Uma criatura identificando-se como atendente virtual disparou a falar e pediu que eu dissesse uma frase que correspondesse ao serviço que eu desejasse. Falei algo como créditos e recarga e a tal atendente, prontamente sentenciou:

- Entendi. Você quer saber... blá, blá, blá...

E me deu um monte de opções que não tinha nada a ver com o que eu esperava. Fui escolhendo as opções que pudessem se aproximar do que eu pretendia, mas nunca chegava a opção correta. A atendente não me entendia. Pedi, então, pra falar com um atendente. E a virtual mandou essa:

- Entendi. Você deseja falar com um atendente. Diga uma frase curta com o serviço que você deseja.

E já ia me dando as opções que ela achava que eu queria. Mas nenhuma me satisfazia. E eu insistia:

- Falar com atendente.

E nada. Rodei por todo o menu, não consegui falar com nehum atendente humano e, por fim, quando já estava nervoso e xinguei a atendente virtual:

- Não entendi. Repita pausadamente o que você deseja.

Xinguei de novo. E ela, já em tom de indignação, continuava a dizer que não havia entendido.

Eu que não entendo como uma empresa pode se prestar ao ridículo de disponibilizar ao cliente um serviço de atendimento que não funciona. Detalhe: depois do ocorrido, fui ao site pra registrar uma reclamação. Mas não tive sucesso, pois o espaço para digitar a mensagem tem limite de caracteres e, pasmem, a mensagem não pôde ser encaminhada.

Onde fica a simplicidade da Oi nesses momentos?

Ah! Os créditos foram disponibilizados somente no dia vinte e um, lá pelas onze da noite...

Fabio Chagas

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Viação Águia Branca

Desde que a Águia Branca começou a mudar a cara dos seus ônibus, com a concepção visual de Hans Donner, sempre quis viajar num deles. Mas como, normalmente, só faço viagens entre Fundão e Vitória e os ônibus do Hans não contemplam destinos próximos, tive que esperar muito tempo pra viver esse momento.
Segunda-feira,14 de abril, tive aula de Filosofia à noite. Tive que comprar uma passagem para um ônibus semi-direto (só para onde tem agência da empresa) da linha VITÓRIA - PONTO BELO e tive que pagar até João Neiva, apesar de pretender desembarcar em Fundão. Tudo isso porque o último ônibus com cobrador sai da rodoviária de Vitória às 20 horas.

Pois bem. Passagem comprada, corpo cansado, fui para o ponto em frente à UFES.

Lá vem o ônibus... Dei sinal. Parou. Entreguei a passagem ao motorista, de nome Rodnei, e falei que iria descer em Fundão.

Não paro em Fundão. Você vai ter que ir até João Neiva. Disse ele.

Questionei, falei que essa era uma prática comum, ao que ele respondeu que estava cumprindo determinações da empresa.

Seguimos. Na rodoviária de Carapina desci, fui ao guichê, fiz um relato do ocorrido e um agente foi até o motorista para resolver a situação. A essa altura um senhor já havia ameaçado bater no motorista e um pequeno rebuliço estava se formando.

Depois de algum tempo de discussão e ligações de celular o assunto foi resolvido. O motorista pararia em Fundão.

Bom, em momento algum fui agressivo ou mal educado, mas filmei todo o episódio. Caso fosse obrigado a ir até João Neiva, faria um bom uso das imagens. Afinal, não é todo dia que estamos munidos de uma câmera...

Fabio Chagas