quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Zen

Mais de seis meses se passaram desde minha última postagem.

Nesse período muita coisa aconteceu: saí da escola em que trabalhava com crianças em situação de vulnerabilidade social, fui estagiar num banco e, há dez dias, vim parar no Mosteiro Zen Morro da Vargem.

De fato, parece meio surreal. Surpreedente. Mas ao contrário do que se imagina o mosteiro não é um outro mundo. É uma outra postura diante do mundo.

Algumas coisas me chamaram a atenção e outras tantas ainda estão por vir.

Por exemplo, diferente da casa da gente onde, num mesmo prédio, comemos, tomamos banho, usamos o sanitário e fazemos um milhão de outras coisas, no mosteiro as atividades acontecem , separadamente, cada uma em seu respectivo templo: Templo da Oração, Templo da Meditação (ou não ação), Templo da Alimentação, Templo do Banho, Templo do Sanitário. Cada um tem um nome. Mas isso, agora, não é importante.

Aqui também se desenvolve um intenso trabalho de educação ambiental. Isso, agora, é importante. Afinal, foi por causa desse trabalho que fui contratado. E é uma grande satisfação trabalhar num lugar em que a natureza e o homem vivem em harmonia, de maneira sustentável.

Nas próximas postagens, vou contar um pouco da história e da função do mosteiro enquanto pólo de educação ambiental.

Até lá.

Fabio Chagas

terça-feira, 27 de maio de 2008

Pérolas nos rins

No último feriadão, acordei bem cedo, fiz café, fui à padaria, comprei pães e jornal. Chegando em casa, sentei-me para tomar café, assistindo ao Bom Dia Brasil, da Rede Globo. Vi uma matéria sobre insuficiência renal e fiquei preocupado. ACHO QUE MEU RIM PARAR!

Pra meu espanto, me descobri tão psicossomático quanto meu amigo B. Brown. O cara é quase louco. Se ouvir falar de alguém que teve um câncer no pulmão, já vai pra casa sentindo dores e no dia seguinte já está num tubo gigante daqueles de tomografia computadorizada.

Mas é verdade, passei a sentir uma dorzinha no rim esquerdo. A impressão é de que pelo menos um pedrinha tá sendo fabricada aqui dentro. E por quê uma pedra? Poderíamos ser como as ostras e produzir pérolas, já que dói um absurdo pra ser fabricada e armazenada e mais ainda pra ser expelida.
Num bate papo com uma professora, chegamos a uma outra questão: Quem a gente procura pra reclamar já que se trata de um defeito de fabricação? Responda... se puder.
Fabio Chagas

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Versão brasileira

É impressionante a já conhecida maestria dos tradutores em dar títulos, em português, para os filmes estrangeiros. Mais impressionante ainda é o fato de que quase sempre passam longe dos nomes originais.

Mas o debate, aqui, é outro, ainda que no ramo das traduções.

Me ocorreu, ao assistir a Sonho de uma noite de verão, de William Shakespeare que há alguns equívocos desnecessários. Dentre eles aquela estrutura textual que nos é apresentada nas legendas: frases em ordem inversa, abuso das segundas pessoas, tanto do singular quanto do plural, sem contar os adjetivos incomuns, passíveis de serem substituídos por outros menos raros.

Posso estar errado, mas imagino que o inglês de Shakespeare não tivesse essas possibilidades. Como ficaria, por exemplo, a frase "Estaria a ti sujeito meu coração"?

Até onde me consta, numa tradução muito da cachorra, sem a preocupação com possíveis enquadramentos contextuais, teríamos "My heart would be subject you"... em ordem direta, sem tu, te, ti, contigo.

Me parece que a tradução da literatura estrangeira para o nosso idioma é feita com base no rebuscamento lingüístico do português de outrora. Se compararmos a língua portuguesa dos séculos XVI eXVII com o que temos hoje, veremos o abismo que existe.

Sim, sim. Se as obras de tal época fossem traduzidas hoje, talvez não houvesse tanto formalismo. Não sou idiota a ponto de achar que Machado de Assis, por exemplo, traduziria alguma coisa utilizando-se da linguagem da internet, que é o que temos de mais atual quando se trata de linguagem.

Aliás seria até engraçado. Mas improvável. Impossível.

Fabio Chagas

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Oi... Simples?

Definitivamente, acho que estou com problemas com as empresas de um modo geral. Não bastasse o contratempo que tive com a Águia Branca, agora foi a vez da Oi.

Mas vou começar bem do começo.

Tenho um celular pré-pago e todo mês pago a recarga
na conta do fixo. Até aí tudo bem. Minha conta vence no dia sete e no dia dez os créditos já estão lá. Mas, no dia dez de Abril, meus créditos não foram disponibilizados. Esperei. Passou o evento da Águia Branca e nada dos créditos. Lá pelo dia dezoito resolvi ligar para a operadora. Que arrependimento!

Uma criatura identificando-se como atendente virtual disparou a falar e pediu que eu dissesse uma frase que correspondesse ao serviço que eu desejasse. Falei algo como créditos e recarga e a tal atendente, prontamente sentenciou:

- Entendi. Você quer saber... blá, blá, blá...

E me deu um monte de opções que não tinha nada a ver com o que eu esperava. Fui escolhendo as opções que pudessem se aproximar do que eu pretendia, mas nunca chegava a opção correta. A atendente não me entendia. Pedi, então, pra falar com um atendente. E a virtual mandou essa:

- Entendi. Você deseja falar com um atendente. Diga uma frase curta com o serviço que você deseja.

E já ia me dando as opções que ela achava que eu queria. Mas nenhuma me satisfazia. E eu insistia:

- Falar com atendente.

E nada. Rodei por todo o menu, não consegui falar com nehum atendente humano e, por fim, quando já estava nervoso e xinguei a atendente virtual:

- Não entendi. Repita pausadamente o que você deseja.

Xinguei de novo. E ela, já em tom de indignação, continuava a dizer que não havia entendido.

Eu que não entendo como uma empresa pode se prestar ao ridículo de disponibilizar ao cliente um serviço de atendimento que não funciona. Detalhe: depois do ocorrido, fui ao site pra registrar uma reclamação. Mas não tive sucesso, pois o espaço para digitar a mensagem tem limite de caracteres e, pasmem, a mensagem não pôde ser encaminhada.

Onde fica a simplicidade da Oi nesses momentos?

Ah! Os créditos foram disponibilizados somente no dia vinte e um, lá pelas onze da noite...

Fabio Chagas

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Viação Águia Branca

Desde que a Águia Branca começou a mudar a cara dos seus ônibus, com a concepção visual de Hans Donner, sempre quis viajar num deles. Mas como, normalmente, só faço viagens entre Fundão e Vitória e os ônibus do Hans não contemplam destinos próximos, tive que esperar muito tempo pra viver esse momento.
Segunda-feira,14 de abril, tive aula de Filosofia à noite. Tive que comprar uma passagem para um ônibus semi-direto (só para onde tem agência da empresa) da linha VITÓRIA - PONTO BELO e tive que pagar até João Neiva, apesar de pretender desembarcar em Fundão. Tudo isso porque o último ônibus com cobrador sai da rodoviária de Vitória às 20 horas.

Pois bem. Passagem comprada, corpo cansado, fui para o ponto em frente à UFES.

Lá vem o ônibus... Dei sinal. Parou. Entreguei a passagem ao motorista, de nome Rodnei, e falei que iria descer em Fundão.

Não paro em Fundão. Você vai ter que ir até João Neiva. Disse ele.

Questionei, falei que essa era uma prática comum, ao que ele respondeu que estava cumprindo determinações da empresa.

Seguimos. Na rodoviária de Carapina desci, fui ao guichê, fiz um relato do ocorrido e um agente foi até o motorista para resolver a situação. A essa altura um senhor já havia ameaçado bater no motorista e um pequeno rebuliço estava se formando.

Depois de algum tempo de discussão e ligações de celular o assunto foi resolvido. O motorista pararia em Fundão.

Bom, em momento algum fui agressivo ou mal educado, mas filmei todo o episódio. Caso fosse obrigado a ir até João Neiva, faria um bom uso das imagens. Afinal, não é todo dia que estamos munidos de uma câmera...

Fabio Chagas

quarta-feira, 26 de março de 2008

Sexo Frágil - parte II

Pois é,

Mudando um pouco o foco das coisas, além da história da morte dos bebês do sexo masculino, vamos pensar sobre as responsabilidades ou proibições sociais dos homens...

1 - Homem não pode chorar;
2 - Homem virgem é um bicho suspeito;
3 - Homem tem que pagar a conta;
4 - Homem deve sempre abrir a porta do carro para a mulher;
5 - Homem não lava, não passa, não varre e não cozinha;

Essas são apenas algumas das obrigações que pesam sobre nossos ombros atléticos (ou atláticos?). É claro que muitas delas são frutos de uma cultura patriarcal machista que se mantém desde tempos remotos. Nesse caso, homens de todos os tempos contruíram verdadeiros telhados de vidro, sobre os quais são arremessadas pesadas pedras.

O outro lado dessa questão é o que a natureza impõe (como a morte dos bebês):

6 - Como poderia o homem fingir um orgasmo?
7 - E como fingir uma ereção?

Bom, quanto à ereção, pelo menos, já se pode contar com medicamentos como o viagra, que amanhã, 27/03 completa dez anos...

Fabio Chagas

segunda-feira, 24 de março de 2008

Sexo Frágil - parte I

Sempre se falou que a mulher era o sexo frágil. Nunca acreditei muito nessa afirmação.

É claro que existem diferenças entre nós e elas. Por exemplo, excetuando os casos que fogem do padrão, temos mais massa muscular e mais força que as mulheres; alguns estudos dão conta de que temos mais coordenação motora que elas; produzimos milhões de células reprodutoras a vida inteira enquanto elas já nascem com uma certa quantidade dessas células e vão menstruando ou engravidando até que acabam; e por aí vai.

Mas quando estamos deixando de ser meninos e meninas, quando estamos virando gente grande, tem aquela fase das transformações que pra nós, homens, é uma coisa terrível. Falamos fino, falamos grosso, soltando uns sons esganiçados de vez em quando... O corpo cresce daqui e dali... parece que às vezes os braços são maiores que o resto do corpo, outras vezes parece que somos só pernas: um bicho totalmente desengonçado.


As meninas não. Começam a ficar mais redondinhas, cheias de curvas, vão ficando mais vaidosas, aí aprender a se depilar, fazer as unhas, o cabelo, e vão ficando lindas. E ainda tem a tal da maquiagem que ajuda a esconder uma e outra coisinha. Parece que está tudo a favor delas. E talvez esteja mesmo.

Descobriram recentemente que nós, os homens, morremos mais que as mulheres. Não é que morremos mais vezes, é que o índice de mortalidade entre os bebês do sexo masculino é maior que entre os de sexo feminimo.

Ou seja, não bastassem todas as responsabilidades que a vida nos impõe, ainda manda de bônus o direito (?) de morrer mais que as mulheres.

Continua...

Fabio Chagas

segunda-feira, 17 de março de 2008

Fundão em Leituração

Há pouco tempo participei de uma oficina de Leituração, em que praticávamos três modalidades de leitura: a sensorial, a emocional e a racional, passíveis de serem aplicadas a qualquer coisa (textos, músicas, pinturas, pessoas, lugares, instituições).

Com a leitura sensorial lemos o que os sentidos captam; cores, formas, texturas, sons, gostos, cheiros... a emocional nos leva à análise da nossa relação com o que está sendo lido e a leitura racional analisa a função pragmática da coisa lida.


Me propus a ler minha cidade. E, fora a característica extremamente racional de minha leitura, às vezes até me apresento sensorial e emocional, sem definir limites muito claros entre uma instância e outra. Mas a consideração mais importante a ser feita é a de que talvez haja um quê de equívoco na minha análise, já que hoje a cidade de Fundão - ES está distante de mim, e eu dela, apesar de continuar morando lá. Também pode ser que o distanciamento me permita alcançar um grau satisfatório de imparcialidade...

Honestamente acredito que não... Mas vamos lá.

Fundão é um lugar pequeno, com todas ou muitas das características de uma cidade tipicamente interiorana. Às vezes tem-se a impressão de que, pelo fato de ser cortada pela rodovia e pela ferrovia, a cidade é bastante movimentada. Na verdade, não passa de uma impressão. Tempos atrás, havia uma certa movimentação cultural e mesmo um dinamismo político. Hoje, no entanto, já não se sente esses ares. E a sensação de inércia se estende ainda pela economia, turismo, educação, saúde, entre outras áreas que compõem o arcabouço social do município.

As coisas ficam mais sérias se repararmos que essas características da cidade acabam se infiltrando na constituição e na formação, ou formatação, dos cidadãos. A maioria deles se permite viver apenas o que o lugar oferece, dando continuidade à inércia. Vê-se, constantemente, pessoas com grande potencial, que se perdem no sem rumo profundo, proporcionado pela realidade local. Tal desorientação, mais que nociva, é cruel, já que o contexto não apenas nega, mas tira dessas pessoas a oportunidade e a vontade de pensar e agir em favor de uma mudança pessoal e social.

Por outro lado, quase que irracionalmente, a população e mesmo alguns visitantes (que são diferentes dos turistas) encontram o afago, próprio das pequenas comunidades, com seus altos níveis de solidariedade e comprometimento com o outro; tanto que por vezes decorrem daí as intrigas, as fofocas e as conversas atravessadas indesejáveis. Em outros termos, o povo ama a cidade e a digere com todas as suas mazelas. Talvez por ignorância, pois é sabido que o esclarecimento traz consigo certos desconsertos e inquietações.

Certo mesmo é que uma cidade parada no tempo, sem promover o desenvolvimento do intelecto e das humanindades de seus cidadãos vai aos poucos construindo um labirinto em que o povo se perde e os governantes não menos. E desse jeito, como governar bem uma cidade com tanta diversidade humana e geográfica?; como atender às necessidades das três regiões - sede, Timbuí e Praia Grande - que
a compõem?; ... uma cidade que tem mar, tem montanha, fábricas (poucas) e cafezais; ... uma cidade de artistas, pobres famintos e intelectuais; Difícil... Muito difícil. Mas o caminho já está aberto. A gente chega lá.

Fabio Chagas




terça-feira, 4 de março de 2008

Precisamos de alimentos

Na última postagem, citei rapidamente a viagem que fiz a Porto Seguro - BA. Eu e minha noiva saímos de Fundão - ES na manhã da quarta-feira de cinzas, com um casal de amigos. Paramos na entrada para Conceição da Barra para nos juntarmos a um outro casal de amigos, que havia passado o carnaval lá. Seguimos.

Logo após passarmos por Teixeira de Freitas, já na Bahia, percebi que havia uma intensa movimentação de crianças às margens da rodovia - curiosamente, havia mais crianças no sentido contrário ao que seguíamos. Olhei mais atentamente e percebi que elas ficavam com as mãozinhas estendidas, esperando que alguém lhes atirasse uma moedinha qualquer.

O choro compulsivo de uma daquelas crianças ficou como que fixado na memória. É como se houvesse em mim uma tela vazia e, de repente, aquela imagem se cristalizasse, ou se estampasse (melhor) em cores de dor e angústia. A pele marrom da criança, com uma terra avermelhada ao fundo, permitindo apenas que, aqui ou ali, um e outro arbusto mais cinza que verde, meio sapecados pelo sol se sustentasse o suficiente para fazer um pouco de sombra para aquele semi-ser à beira da estrada. Parece exagero, mas imagine ou tente achar dignidade naquela pessoa...

Por vários quilômetros fiquei em silêncio. Triste. Tentei fotografar, filmar, mas pensei que seria até desumano. Eu não parei, não joguei uma moeda, apenas diminui a velocidade. Ademais tudo aquilo já havia sido registrado em mim.

Além das crianças, havia velhos também. Às vezes em pé, outras vezes sentados sob pequenas cabanas. Ao lado, não havia mais do que a fome e uma plaquinha na qual o carvão expressava em péssimo português a péssima condição em que viviam aquelas pessoas:
"Presizamos de alimentos".


Fabio Chagas

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Lei Seca no Brasil; guerra nos Estados Unidos

Após um longo tempo de inatividade volto ao trabalho, com um monte de histórias, bem no estilo "minhas férias", da época que a tia Ângela, da primeira série pedia pra fazermos uma redação relatando aquele período longe da escola. Acho, inclusive que ela ficaria até emocionada se soubesse que ainda restou na minha memória um rastro de lembrança daqueles tempos. Afinal, foi ela quem iniciou minha alfabetização, o que hoje me permite, por exemplo, discutir aqui alguns temas que estiveram em pauta nessas férias.

Vamos deixar de lado as festas de final de ano. São todas parecidas. Indo direto para fevereiro, com direito a carnaval e tudo, veja bem quão inesperada a lei que proíbe a venda de bebidas alcoólicas nas rodovias federais... Me pergunto se essa proibição irá, de fato, proporcionar a diminuição de acidentes nas estradas. Afinal, nada impede que as pessoas comprem bebidas antes da viagem e levem consigo durante o percurso - foi exatamente isso que fizemos em recente ida a Porto Seguro - BA. Outro ponto interessante dessa discussão é o fato de que muitos desses comerciantes instalados às margens das BRs devem passar a ter problemas de ordem econômica por causa da restrição imposta. Sem contar que alguns nomes de peso a proibição não atinge. Basta ter um bom advogado ou alguém que possa orientar como conseguir uma liminar e pronto, já pode vender uma cachacinha aqui, uma cervejinha ali...

Nesse meio tempo também houve, e prossegue, a disputa dos pré-candidatos a presidente dos Estados Unidos. Um show de horrores. A disputa entre os democratas Hillary Clinton e Barack Obama tem ganhado contornos de guerra nas prévias eleitorais que vão definir quem será o candidato do partido. E parece que vale tudo, desde a menção constante de que Obama pode ser o primeiro presidente negro dos EUA, passando pela associação do candidato ao terrorista Osama Bin Laden (canais de TV andam se mostrando se não inescrupulosos, incompetentes, pois já foram ao ar imagens do terrorista para ilustrar matérias sobre Obama e até imagens do candidato, identificado nos caracteres como Barack Osama) e pela quase garantia dada pelos correligionários da senhora Clinton de que o oponente é muçulmano e pretende não só dialogar com as nações rivais como também destruir o próprio país.

Apesar de tudo isso, a cada prévia, Barack Obama avança na liderança da disputa, mesmo sob as críticas de sua adversária, que o considera inexperiente para assumir a presidência. Não acredito que a ex-primeira-dama o seja em menor grau, visto que naquele posto Hillary Clinton não assumia responsabilidades do poder executivo. Como senadora, sim, ela tem mais experiência. Mas vamos esperar pra ver o que vai dar. Penso que se tudo seguir pelo caminho que segue, dentro de pouco tempo esse embate ou termina com a desistência de Hillary ou ela parte para a agressão moral e até racial.

Fabio Chagas