segunda-feira, 24 de março de 2008

Sexo Frágil - parte I

Sempre se falou que a mulher era o sexo frágil. Nunca acreditei muito nessa afirmação.

É claro que existem diferenças entre nós e elas. Por exemplo, excetuando os casos que fogem do padrão, temos mais massa muscular e mais força que as mulheres; alguns estudos dão conta de que temos mais coordenação motora que elas; produzimos milhões de células reprodutoras a vida inteira enquanto elas já nascem com uma certa quantidade dessas células e vão menstruando ou engravidando até que acabam; e por aí vai.

Mas quando estamos deixando de ser meninos e meninas, quando estamos virando gente grande, tem aquela fase das transformações que pra nós, homens, é uma coisa terrível. Falamos fino, falamos grosso, soltando uns sons esganiçados de vez em quando... O corpo cresce daqui e dali... parece que às vezes os braços são maiores que o resto do corpo, outras vezes parece que somos só pernas: um bicho totalmente desengonçado.


As meninas não. Começam a ficar mais redondinhas, cheias de curvas, vão ficando mais vaidosas, aí aprender a se depilar, fazer as unhas, o cabelo, e vão ficando lindas. E ainda tem a tal da maquiagem que ajuda a esconder uma e outra coisinha. Parece que está tudo a favor delas. E talvez esteja mesmo.

Descobriram recentemente que nós, os homens, morremos mais que as mulheres. Não é que morremos mais vezes, é que o índice de mortalidade entre os bebês do sexo masculino é maior que entre os de sexo feminimo.

Ou seja, não bastassem todas as responsabilidades que a vida nos impõe, ainda manda de bônus o direito (?) de morrer mais que as mulheres.

Continua...

Fabio Chagas

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