Desde que a Águia Branca começou a mudar a cara dos seus ônibus, com a concepção visual de Hans Donner, sempre quis viajar num deles. Mas como, normalmente, só faço viagens entre Fundão e Vitória e os ônibus do Hans não contemplam destinos próximos, tive que esperar muito tempo pra viver esse momento.
Segunda-feira,14 de abril, tive aula de Filosofia à noite. Tive que comprar uma passagem para um ônibus semi-direto (só para onde tem agência da empresa) da linha VITÓRIA - PONTO BELO e tive que pagar até João Neiva, apesar de pretender desembarcar em Fundão. Tudo isso porque o último ônibus com cobrador sai da rodoviária de Vitória às 20 horas.
Pois bem. Passagem comprada, corpo cansado, fui para o ponto em frente à UFES.
Lá vem o ônibus... Dei sinal. Parou. Entreguei a passagem ao motorista, de nome Rodnei, e falei que iria descer em Fundão.
Não paro em Fundão. Você vai ter que ir até João Neiva. Disse ele.
Questionei, falei que essa era uma prática comum, ao que ele respondeu que estava cumprindo determinações da empresa.
Seguimos. Na rodoviária de Carapina desci, fui ao guichê, fiz um relato do ocorrido e um agente foi até o motorista para resolver a situação. A essa altura um senhor já havia ameaçado bater no motorista e um pequeno rebuliço estava se formando.
Depois de algum tempo de discussão e ligações de celular o assunto foi resolvido. O motorista pararia em Fundão.
Bom, em momento algum fui agressivo ou mal educado, mas filmei todo o episódio. Caso fosse obrigado a ir até João Neiva, faria um bom uso das imagens. Afinal, não é todo dia que estamos munidos de uma câmera...
Fabio Chagas
Segunda-feira,14 de abril, tive aula de Filosofia à noite. Tive que comprar uma passagem para um ônibus semi-direto (só para onde tem agência da empresa) da linha VITÓRIA - PONTO BELO e tive que pagar até João Neiva, apesar de pretender desembarcar em Fundão. Tudo isso porque o último ônibus com cobrador sai da rodoviária de Vitória às 20 horas.
Pois bem. Passagem comprada, corpo cansado, fui para o ponto em frente à UFES.
Lá vem o ônibus... Dei sinal. Parou. Entreguei a passagem ao motorista, de nome Rodnei, e falei que iria descer em Fundão.
Não paro em Fundão. Você vai ter que ir até João Neiva. Disse ele.
Questionei, falei que essa era uma prática comum, ao que ele respondeu que estava cumprindo determinações da empresa.
Seguimos. Na rodoviária de Carapina desci, fui ao guichê, fiz um relato do ocorrido e um agente foi até o motorista para resolver a situação. A essa altura um senhor já havia ameaçado bater no motorista e um pequeno rebuliço estava se formando.
Depois de algum tempo de discussão e ligações de celular o assunto foi resolvido. O motorista pararia em Fundão.
Bom, em momento algum fui agressivo ou mal educado, mas filmei todo o episódio. Caso fosse obrigado a ir até João Neiva, faria um bom uso das imagens. Afinal, não é todo dia que estamos munidos de uma câmera...
Fabio Chagas
2 comentários:
Não entendo como uma empresa que quer passar uma imagem moderna para seus clientes continua com práticas tão burocráticas... Isso se torna um inconveniente para o passageiro, que só quer ter uma viagem tranqüila e ser bem atendido.
Eu, por exemplo, gostaria de poder comprar minhas passagens da Águia Branca pela internet e pagar com cartão de crédito ou débito, mas infelizmente só os passageiros de viagens longas têm esses benefícios.
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